As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

terça-feira, 14 de fevereiro de 2006

Só o tempo!

O que pensamos quando desaparecemos?
Realmente estamos tendo um surto de verdade?!
Como dessas que se assiste nos filmes?
Como dessas que se pede a noite as estrelas?
Tua mão envolta em meu pescoço
Me chamando a beijar nossos segredos
Mais um gesto perdido em tantas vontades
Quase nem tu percebes, mas já não tens medo.
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