As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

segunda-feira, 1 de maio de 2006

De verdade

Em minhas veias abertas corre o teu sangue
Eu até já tentei falar
Mas os teus beijos sempre me calam

Conversar nem é mais necessário
Porque teus olhos dizem tudo
E minhas lagrimas andam cantando tristezas

Vamos sorrir um pouco, de verdade!
Hoje talvez apenas simplesmente
Merecemos e precisamos um do outro.
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