As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

segunda-feira, 8 de maio de 2006

Equilíbrio

Ando por esse fino fio
Equilibrando-me em teus olhos
Arriscando-me por um sonho
Que a qualquer momento pode despencar

Mas é por isso que sigo
As lembranças que tenho comigo
Já valem tudo o que consegui!
Por isso me arrisco

Respiro fundo e me concentro.
O sangue sobe a cabeça
E os sentidos afloram!
Passo a ter domínio sobre cada movimento

Controlando meus passos
Na delicadeza e força de sua beleza
Até o final do espetáculo você dirá sim
E eu cairei em teus braços!
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