As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

sábado, 12 de maio de 2007

Lembranças Futuras

Quanto tempo se passou
Desde que perdemos o juízo?
E a loucura de aceitar essa distancia
Outras possibilidades,
Fugir do destino,
Não admitir o que sentimos

Quanto tempo já perdemos
Desde que não mais sonhamos?
É tolice admitir que não existe
Um futuro apos cada instante
Cantar saudades
Anunciando reencontros

No olho desse furacão
Descansam o amor e a paz
O sonho acorda e se faz real
O mundo inteiro vira nosso quintal
E todas as crianças brincam.
Clarice voa no vento da tarde
E não teme cair em meus braços
Ela inocentemente nos ensina
Que o medo só existe pra crescermos
Postar um comentário