As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

domingo, 20 de maio de 2007

Pois é...

O dia anda deitado, cansado
Se escorando pelos cantos

O velho ventilador sacode a cabeça
Refrescando uma lembrança
Que me embala na rede

Pela janela um retângulo de luz é minha felicidade
O céu, só alegria pras crianças
E eu sou um gigante nas nuvens
Montando um sonho vento afora
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