As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

segunda-feira, 7 de maio de 2007

Suor

Criança dos olhos sorrindo
Voemos até o céu, que o dia esta lindo

Eu agora só quero sentir
O sol me diluir
Numa poesia d’água
Pra eu ser nuvem
Chuva, e te molhar

Suor de um deus dos sonhos

Sereno a tragar o infinito.
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