As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

quarta-feira, 6 de junho de 2007

Construindo Expectativas

Eu admito que a fiz
Concreta bela poesia ela
A razão me fundindo os sentidos
Raio de luz, o sol, na lua refletido

Eu inquieto, construo um teto
Pra morada d'um sonho:
- Quatro paredes e um chão,
Um pouco tocando a céu.
De canto me resumo
A um quadro
Em um quarto nascente bonito pra chover

É o que vejo pela janela.

Ela a imagem dela no horizonte
Tão linda, bela.
Tão perto
E distante.
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