As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

quarta-feira, 20 de junho de 2007

Promessa

Em minhas horasões
Perco as contas entre os dedos
Vou entoando segundos
Na esperança de ti

Salve Rainha!

Na graça de teus olhos
Me cego e te sigo
Com fé eu consigo
Tua benção

Vem menina, me da tua luz
Eu me ajoelho aos teus pés
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