As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

quarta-feira, 25 de julho de 2007

Cruz de Estrada

Repetimos os planos, mas
Continuamos a sofrer desnecessariamente...

E se hoje fizéssemos tudo diferente?!

Exorcizaríamos o passado
E como uma cruz de estrada
Deixaríamos os nossos nomes
Fincados numa triste realidade
Presos

Como os santos que perderam a cabeça
Lutando por necessidade,
Perdidos entre o amor-Deus e a vaidade humana
Numa verdade relativa demais pra ser verdade
Nesse vale de lágrimas, caminhando em círculos
Dependentes da fé e orações desse mundo ateu.
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