As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

quarta-feira, 19 de setembro de 2007

Podes me escutar?

La do mais fundo, profundo
E verdadeiro sentimento!
...Queria você ao meu lado agora.

Sonhos...

Te faria e cantaria uma canção
Quase deitados no escuro da noite
Olhando as estrelas, apontando desejos
Em cada um dos infinitos universos!

Que pena tenho de mim
Que nem posso ouvir tua voz
Tenho de me contentar com lembranças
Que soam em meus ouvidos
Feito uma sinfonia surda
Orquestrando tua falta.
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