As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

sábado, 27 de outubro de 2007

A palavra doce.

Como posso saber o gosto de algo que não degustei?
Posso ler teu sabor?!
Colocar vírgulas em teu perfume desnudo?
Acentuar um desejo na forma visível de uma paixão?
Ando escrevendo com pétalas na língua
Nos olhos, as cores de tua relva
E tudo que escuto é um absurdo de instintos gritando
Teu nome, sentido.
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