As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

Meu sonho era te realizar!

Dance comigo?!
Tenho uma flor nos dentes
Um trovão nos olhos
E um doce na língua

Cantemos essa canção nas nuvens
De almas suspensas no azul
Em uma tempestade de tranqüilidade
Só nós e as estrelas na timidez do dia
Com uma renovação a cada suspiro

Conheço-te bem,
E sei que tuas mãos me tocam diferente
E eu transpiro acordes enquanto dormes em meus braços,
Segura da felicidade inventada por nós
Realidade que tornou-se sonho
Sonho que não queria deixar de realizar.
Postar um comentário