As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Incrédulo

Qual é o meu limite?

Até onde posso chegar sozinho?

Vejo-me sem chão, vejo-me sem céu

(O nada existe? Prefiro não citá-lo!)

Mesmo assim é demais saber que sou incrédulo

Que neguei os sinais

As evidências

Os astros

A essência


 

Ignorei o espírito...


 

Meu corpo e alma, separados, distantes!

Como um amor perdido no limbo

Uma explosão nuclear no vazio!


 

E assim nasceu a saudade.

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