As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

domingo, 3 de fevereiro de 2008

Verdade Universal

É complexa, a cosmogonia do meu peito

Observando as linhas espectrais de tua luz

Vamos nos aproximando com o que nos distancia

Meu universo e o teu, paralelos

Nossos Deuses, nossos elos

Tua cultura e a minha

Ciência e magia

Astrologia.

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