As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

sábado, 8 de março de 2008

Te perdoando a mim!

Eu fiquei encantado com tua luz
E agora só te vejo na lua cheia
Com a voz do vento cantando nas arvores
Andando e ouvindo o som das cores...

Sete vezes acertei teu caminho
Para só então te reencontrar
E viver como um felino
Vadiando os dois mundos
No fundo dos olhos
A te espreitar

Hoje ao ler o céu
Entendo tuas fases
E escrevo tuas frases em mim

... vôo no meu destino.

Seguirei a espiral
Nas vidas, os dias as estações
Mil vozes numa só, canções
Harmonias temporais, melodias em trovões
Tempestades pra lavrar meus olhos

Assim, posso (me) sentir melhor (nas) tuas palavras
E dizer o que sei sobre a vida
Dos que vivem e morrem da poesia, inconsciente.

O livro do amor, saudade e reencontro
Escreve-se com as coisas boas e ruins
Não me importo mais com os fins
Justificam, os meios, toda simplicidade
De sorrir e chorar, da necessidade
Pra se conseguir qualquer mínima evolução.

Hoje ao ler o céu
Traduzo tuas frases
E entendo tuas fases em mim
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