As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

sábado, 26 de abril de 2008

Andarilho do vento

Contarei com você
Quando estiver triste
Acordado sonhando
Num futuro qualquer de um dia encantado
É assim hoje com as coisas corridas
O tempo sempre agoniado, voando
E o coração nas mãos da poesia
O velho sorriso pendendo enferrujado no canto da boca
O olhar pedinte demasiadamente firme.
A farsa da tranqüilidade?!
Sigo os caminhos confusos de um andarilho do vento.
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