As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

quinta-feira, 1 de maio de 2008

Me escuta!

Sinta-se beijada da cabeça aos pés
Onde posso e onde não
Onde devo e não

O importante... (-Devaneio)

É sentir minha língua profanando o teu templo sagrado da saudade
Disseminar a discórdia entre essa distancia e o tão sonhado beijo
Desacreditar da inútil fé naquilo que podemos e não concretizamos
Um dia sonhado é apenas "um dia sonhando" enquanto não deixar de ser
O poder da realidade está em nossa sina humana

Me surpreende essa tua vontade de querer-ter-ser poesias
Ponha-se no seu lugar
És estrela
És lua
És noite!
Volta pra o céu que te pariu e não me deixe mais em paz enquanto de olhos fechados
Eu te observo e canto
Eternamente.
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