As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

domingo, 4 de maio de 2008

Gaivota

E quando estou no teatro,
E o beijo é falso?
E eu contemplo minutos sem saber?
O que fazer?
O meu desejo é temer
Pra acreditar em você
E voar como as gaivotas...

E é como se eu quisesse vê-la
É como se eu quisesse tê-la
Como se eu quisesse sê-la

E se eu cortasse meus cabelos?
Ou os pulsos?!
E se eu fizesse a barba?
Ou as pazes?

Acreditarias em mim?!

Mesmo sem partir, eu irei te escrever
Mas não espero que você viva essa personagem!
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