As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Quem já se viu?!

Sabe?!...

Não importa a idade, a experiência
O ângulo, a lente, à ciência
Tudo vira lembrança e dói
A saudade chega e desconstrói

Um dia fechamos os olhos
E sem dar fé

Anoiteceu, amanheceu
E a vida passando!
Anoiteceu, amanheceu
E apenas sonhamos!
Anoiteceu, amanheceu
Entardecemos.

Quem já se viu?!

Sentíamos tudo
Sabíamos tudo
Vi-víamos tudo

E nem nos avisamos!
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