As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

E a relatividade do vento?!

Olha, precisamos de beijos, virgulas, lagrimas e poeira nos cantos da casa!
Precisamos de tudo! Mas que nos venha nada ou até um pouco de talvez...

Entender o vazio, ao encher-se de tudo,
Encontrar um equilibrio.

As mãos no escuro percorrendo o corpo
A surpresa do amor sonhado realizando-se!

Querer as vezes é pra todo sempre!
Do contrário, se me quiseres para sempre as vezes...

(Frase escrita e apagada num reflexo)

Querer sempre querer
Sempre querer sempre

Faz alguma diferença?!

A ordem dos desejos não altera o sentimento.
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