As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Com-plexos de imortalidade


Em meu destino de astrólogo
Em meus sonhos de estrelas
Sobrevoando os além-céus
Transpassando fronteiras dos sentimentos mais longínquos!

As cantigas guardadas pra essas horas
Dadas as saudades,
Os suspiros falando em mil palavras
Mais que tantos olhares pra o firmamento dentro de nós

Enquanto eu não avistar a lua em teu horizonte
Não poderei seguir em frente
Aguardo que essa noite esteja limpa e que eu possa usar tudo o que aprendi e sinto, pra nos guiar pra uma nova vida, um novo mundo.
E que a magia tenha seu espaço nessa existência, os astros, os elementos, os espíritos, a ciência
A essência que perdemos no limbo da ignorância, arredia ao bem, as coisas boas dessa, e de todas as vindas em que nos encontramos e nos perdemos e nos desencontramos e nos desentendemos, e entendemos e adiamos a eternidade.

Com-plexos de imortalidade?!
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