As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

SUSpiros

A primeira vez que lhe vi
Você estava perfeita,
Introspecta.
Tão calma...

E eu me lembro que de repente
Uma flor brotou dos meus dentes
Quando você me lançou um sorriso!

Então, nada mais foi preciso!
No teu mote fiz um improviso
E meu desejo musicou tu'alma.

Ali, como num transe
O que buscava, encontrei
Traguei tua beleza, me embriaguei
E em canções, me transformando
Teus suspiros, como sinos, me deram a luz
(Eclodiu em meu peito, um acorde SUS)
Eram os Som-nhos que hoje vou desencantado.
Postar um comentário