As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Tua luz

Pensei te escrever algo
Queria que isso te fizesse sentir o que sinto
Mas como?!
Meus sons estão distantes...
Não tenho esse poder....
Pelo menos, não, até que me conceda.
Um sorriso a mais
Um beijo nem seria demais
Teu universo com um simples aperto de mão
Teus sonhos, me dando luz ao coração
O corpo presente rodopiando
Dançando de acordo com a música
Que vou inventando
Assim vou te recompondo
Imagens presentes em meu dia dia
Noite a noite.

Eternidades e solidões
Me fazem pensar e viver paixões.

O céu daqui é o mesmo céu teu!
Abstraia por um segundo
O brilho artificial da cidade
Na constelação de Órion habitam meus deuses
Tu estás la, em minhas horações
O feminino inumano cósmico
Desenhado entre as estrelas
sim, é você.

São meus delírios projetados, no tempo,
Em que a razão não me faz tanta falta

Prefiro admitir e dizer que o trago,
A falta do teu cheiro
E que teus olhos e sorriso
Estão tatuados em minhas retinas
E tudo que o alguém tentar ler em minha alma
Só poderá ser traduzido
Através do seu carinho
Que tento reconquistar
Enquanto distante canto.

...
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