Quando falo em você
Estou falando em mim
Presença e ausência
Partida e chegada
Saudade e reencontro
Idas e vindas
Sons e silêncios
Notas, as pausas
O cheiro do incenso
O que sinto
O que penso
Tudo o que trago e esqueço
A certeza das manhãs e noites.
Ou nas tarde da abalável fé infinita
Na madrugada, onde dormem e acordam lembranças
De te ter, te dado ou não
A clareza do meus olhos marcando estações
Como relógios d'água
Em lágrimas, sentimentos tantos!
Teu sopro passou por mim, outro dia
Tive essa impressão, outro mês
Que ao redor da terra,
Ao redor do sol, outro ano
Se foram muitas luas, em outra eternidade
A canção tímida
Rígida,
Da tardança do movimento de sua equinocial.
Estou falando em mim
Presença e ausência
Partida e chegada
Saudade e reencontro
Idas e vindas
Sons e silêncios
Notas, as pausas
O cheiro do incenso
O que sinto
O que penso
Tudo o que trago e esqueço
A certeza das manhãs e noites.
Ou nas tarde da abalável fé infinita
Na madrugada, onde dormem e acordam lembranças
De te ter, te dado ou não
A clareza do meus olhos marcando estações
Como relógios d'água
Em lágrimas, sentimentos tantos!
Teu sopro passou por mim, outro dia
Tive essa impressão, outro mês
Que ao redor da terra,
Ao redor do sol, outro ano
Se foram muitas luas, em outra eternidade
A canção tímida
Rígida,
Da tardança do movimento de sua equinocial.
2 comentários:
Lindo, como sempre!
PS: Clarice Lispctor chamaria isso de Estado de Graça
rs.
'tardança do movimento.'
quando a palavra deixa de ser sua e passa a ser do outro, pele leitura do outro.
leio essa frase inúmeras vezes e em cada leitura um algo diferente.
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