As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

sábado, 19 de junho de 2010

Desapercebida

Por certo ela chegou e não percebeu
Assim, não imaginava o céu
Sonhou distante mas pensou que era apenas um dia comum
Não. Não era!
Minha razão fez festa! Dos sentimentos nem falo!
Enquanto Kahlo, te escuto tanto em meu juizo!
Desenhemos a vida, que sejam amores e desgostos
Pra mim tudo passa pela expressão do seu rosto.
Os traços e linhas na palma da mão.
Vejo as telas, os filmes, ouço canções, leio Clarices
Não consigo assistir o espetáculo sem dar opinião. Eu sabia,
Quando ela percebesse meus olhos em gestos de paciência em dança
Talvez nos poupasse outra existência.
O que seriam desejos do corpo?
O que seriam necessidades da alma?
O sexto sentido feminino é o que nos salva
O instinto maternal indicou nossa divina providência.
Era o milagre da poesia em nossas vindas
Renascendo 
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