As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

quinta-feira, 8 de julho de 2010

O delicado peso da leveza!

Pensei,

Que fosse mais simples, um ou outro desejo
Que o desenho que fica na parede da consciência
Fosse uma ingênua forma de guardar
Guardar de proteger,
Guardar de tornar,
Tornar de retorno,
De fazer com que seja, também,

Mas essa uma vontade intensa,
Rasgou o ventre da tranquilidade
Nascia assim, de mim, essa falta de ti.
Descobrindo a solidão,
Tornei-me inquieto
E só o sonho me faria ver
O que já era certo.

Então, lhe fiz uma canção
Pra conseguir minha paz
Um encantamentozinho
Nada demais!

Hoje entendo como é simples, toda tua complexidade.

Senti,

Fiquei surpreso!
Ali estava eu,
Digerindo uma certeza,

Surpreendido e preso
Ao delicado peso
De sua leveza.
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