As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

sábado, 7 de agosto de 2010

Arranjos, flores, notas, acordes, melodias, timbres, cores... algo assim.

Uma fórmula...
uma forma, uma norma?
Não... Não há.
Pensar, sonhar,
Imaginar que tudo o que quiser, será
Esse é teu mundo
Sentir, fluir, chorar, sorrir
Rimas óbvias, sentimentos
Esperar os momentos!
Fecundar idéias
Maturar abstratos.
Parindo um desejo
Ele se torna fato.
Componho realidades
Com uma matéria prima que não existe
Ou que pelo menos
Não estava nesses planos
Mesmo assim o instinto não desiste
O cheiro do caminho, amores, desenganos

E a certeza do nada!
Isso já é tudo.
Ter um absurdo,
É o que precisava!
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