As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Além da certeza

As estrelas daqui...
Agora não posso ve-las
Mas prefiro acreditar que existem e estão lá
Por trás das nuvens
Por trás dos céus
Além da atmosfera!
Entre o chão da realidade
E a proteção de Enlil e sua abóboda de estanho.
Nas noites sigo, e eu não estranho.
Entre Cariris e Sumérios
Meu sorriso pendido entretantos rostos sérios.

Pra que a dúvida continue a me instigar
Quebro as correntes da certeza
Remo contra a correnteza
Sigo nesse Rio a cantar.
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