As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Afinal de contos

Nas noites acesso
Na incerteza dos dias
Recompus a paisagem que me distraía
Num transe, ao som da tua impresença
Soando com a banda de mim, que te recebia em euforia
Nos festejos dos nossos santos dias.
E tudo isso o que eu não sei mais se existe
Mesmo de uma forma comum, ou um simples desejo
O admitir da insistência, ou da saudade permitida.

Arranjo uma loucura qualquer que restou de nossa paixão
E o canto?
De onde vem?
De onde venho? isso!
Pra onde vou?!
Pra onde vais?
Eu insisto,
E assisto!
Minha postura imprecisa, imprevista!
Eu nem se quer esperava mais isso de mim!
Mas foi. Fui. Sou essa palavra crua buscando rimas
E falo repetidamente, como se não tivesse mais o que dizer!

O que fazer?!
Silencio ou esbravejo minha falta de inspiração
Guardo pra mim ou dou pra todos
Essa acidez a corroer o passado?
É. Mas tudo isso é bom...

Afinal de contos,
Aquela velha história,

O fim é um recomeço
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