As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Dúvida

Agora a pouco senti falta de algo que não sei
Que desconheço? Inadimito?!
Uma coisa essa estranha
Ancestralidade?
A voz do infinito?
Ouço o som do tempo passando em minha mente
Talvez seja você simplesmente
Me falando ao pé do ouvido
Talvez seja eu mesmo
Imaginando, substanciando
Surtando, na abstinência de ti
E eu não sei se canto uma canção pra você ficar
Ou se bato um tambor pra você partir.
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