As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Olhar

Se ele não vê além do preto e branco
De nada adiantaria o seu vestido florido
A não ser que ele encontre no caminho
O imprevisto, sábio olhar de carinho
Que enxerga
 no mundo o colorido
De quem não se limita à visão dos olhos
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