As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

sábado, 1 de outubro de 2011

Ilusão Sonora

Não se engane,
Esses olhos quase
Ou nada vêem!

A luz refletida em teu corpo sonoro,
Toca-me mais os ouvidos e coração
Me iluminando os sentidos
Na velocidade do sonho,
E não nos transformaria em nada
Que não pudéssemos existir aqui
Nesse plano. Nesse meio, tempo.
Mesmo que mudemos tudo de lugar
Pedras, águas, ventos. O fogo transformador...

Palavras e idéias
Vividas, pronunciadas
Sentidos diversos
De versos sentidos
Incontidos,
DeCantados

Em meus poros
Em tuas narinas
Minhas premonições
Teus instintos,
Felina.

Não nos des'enganam, os sentidos?...
O que é meu, o que e seu?
O que ficou desencontrado
No espaço-vento, intocado
Entre o meu corpo e o teu?
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