As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Não.

Não faça mais isso conosco
Não aceite mais meu beijo fosco
Pra que o nosso eterno jardim
(Isso por você e por mim)
Fique ainda mais florido
Como nunca antes
Dai-me o teu "não" colorido!
Do teu sorriso sou inmerecido.
Dai-me tua voz alterada, cortante
Tua nobre fortaleza apaixonante
O teu olhar que me deseja distante.
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