As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Tempo


Hoje quando era criança, depois de aguar as plantas do quintal, eu deitava no chão e ficava me banhando ali, jogando o jato d'água pra o céu, fazendo a minha chuva! Num desses dias de muito sol, descobri que tinha o poder de fazer arco-íris. Eu me achava um grande mágico! Ontem adulto me veio essa lembrança. E eu guardei essas cores pra além dos meus olhos. No amanhã. Agora. Quando renasço
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