As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Bricando Quilombo

Mais uma vez eu vim brincar
E meu reisado ta é preparado
O figural ta ensaiado
E os trajem tudo enfeitadim!
Vou bailar sou reis-menino
Guerrear, cantar divino
Valsa, baião, marcha e tombo
Aí vem mascarado! Chicote estrondando
Treme-terra é, meu reisado em quilombo!
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