As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

sexta-feira, 30 de março de 2012

Eu sou mulher

Sim, és mulher
E sei que não é fácil
Vives assim a carregar prazer,
As vezes disfarçado em dor
E tens o direito de ser o que quiser!
Trazer consigo toda história
Muita coisa pra contar.
Viver o que me for preciso
E seguir o caminhar
Ouvindo o vento
E suas canções
Que nos ensina a cantar
Isso é amor.
Mulher.
Sonhar
O máximo que possas
E mesmo quando não,
Sei que lhe sobram forças no coração
E delicadeza na alma
Pra ser e fazer o que quiser
Viver impossivelmente
Apaixonadamente
Mas só porque és mulher.
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