As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

quinta-feira, 15 de março de 2012

Já passou

Não meu amor
Não é nada demais,
Só me dê um tempo a mais
Pr'eu sentir a minha dor.
No próximo sorriso seu
Já passou

Minha mágoa
É como uma flor num vaso d'água,
Que mesmo com todo cuidado
Tem seus dias são contados,
E quando damos fé,
Já murchou
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