As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

quinta-feira, 8 de março de 2012

Sua culpa!

Era pra ser só um beijo,
Simplesmente
Mas você, como sempre,
Transforma tudo
Em uma grande poesia
Agora tenho que ficar
Passando na sua cara,
Meu sorriso e olhar cantando!
As horas de alegria boba, incansável, inconsequente.

E nem venha com essa de que estou sonhando! Não senhora!
Porque na realidade, você sabe que no fundo, sei que não.
E adoro quando você recicla minhas mágoas,
E faz essas tempestades em copos d'água
Joga fora meus papéis, desafia minha ignorância
E vem me falar de consciência, mas sempre de uma forma tão viva...
Tão simples
Tão você...

Minha felicidade,
É tudo culpa sua!
O que posso fazer?
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