As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

quinta-feira, 8 de março de 2012

Vinho

Vem aqui
Trague um trago
Faça aqueles seus estragos
Fique a vontade pra falar de seu passado
Que o vinho e nossa idade, nos trouxe a trégua.

Sim, podemos dançar,
Qualquer dança!
Um tango, um dance, qualquer algo que nos dê nuances
Sim, podes cantar! Livre!
Pois seu canto sempre me encantou
Atuar? Sim! Como quiser.
Da forma que sentes, e que deves. E podes, e deves!
Meus sonhos?!
Ah... Meus sonhos sempre foram tantos...
Imagino que também os teus, não é?
Pelo jeito valeu a pena acreditar,
Pois só os sonho que se sonhamos
(Independente do que acordamos)
Estão a nos realizar
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