As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Mono

Ela acordou com vontade de me ver
Tanto que sonhou,
Com desejos outrora dormidos,
Despertou pro meu amor
Mas agora, seria? Tarde?
E eu estava mono
Sem paixão, pensando
Tomando uma xícara de fé
Sem açúcar. Com sono.

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