As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Seriedade

Calo sério sobre mim
Mas nao é de se preocupar
Normal
Escolhi, essa vida, suas levezas e fardos
E sei que de alguma maneira
Contribuo, pra o mundo, pras pessoas
Instintivamente, musico
O que sinto, sentes
Mesmo que isso devore meu corpo
E aos muitos consuma minh'alma.

Desfiando minha esperança
Lhe teço minha vontade, criança
Lhe desnudei os sentimentos
Agora lhe revisto com a calma
Dos anos, tudo o que cantamos.
Sim, fomos felizes aqui
Mas chegou a hora de partir
O resto fica pra outra vida
E e-ventualmente semeará nossa arte
Aos quatro temos
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