As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Iluminação

Iluminar-se? Assim tão longe?
Dentro ou fora de si? Tão perto...
Tudo bem, então fica tudo certo
Precisamos dessa física distância...
Sigamos nossos caminhos

Se quiser e precisar,
Leva-me, eleva-me
Em teus pensamentos
Em teus sentimentos
Mesmo que tristes ou inseguros

Arrisque
Sinta, pressita
Ilumine os caminhos (não só os teus)
Se precisas, faz de mim também tuas dúvidas
Pra que assim eu possa um dia vir a ser
Tua certeza, mesmo que passageira,
Como a alma que investe o corpo
O destino vivido. Humano.
Mesmo que torto...
Como a vida.
Uma vida
(ou todas
um tudo)
O todo
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