As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

IMPRESSÕES


  • Tomar um chá, respirar e pensar 
    (Cítrico. Laranja, limão, cidreira)
    É tão prazeroso, quanto,

    Dar um beijo e sorrir
    (Simplesmente se olhar)
    Cantar em silêncio
    Sentir-se amigo

    Fazer amor. Te descrever
    (... em meus versos de repente)
    Toda poesia em flor,
    Aroma, cor e perfume

    Tua pele
    (O hálito, a boca a suspirar em arpejos)
    Sobejos. Formas de presentir,
    Sentir, e resentir

    Mas, com sabedoria
    (Na dor e na alegria)
    Na amizade e no desejo

    Amor pra poucos.

    (Como minoria,
    Somos nós, os loucos, os bobos
    A provar, e gostar assim
    Dessas pequenas doses
    De felicidade)
    Apaixonados

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