As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Música

Acho que meu amor ficou perdido
Onde? Não sei...
(Procuro em todos - os acordes)
Talvez na tarde, passado
Sem tempo desacordado,
Como um dia infindo
Uma noite insonhada
Que resiste em não se desvencilhar
Da madrugada
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