As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Dia claro

O sol, o calor
O azul e o vento suavemente quentes
Me fazem transpirar melodias
E em meu linguajar corriqueiro, acho isso uma poesia
O dia la fora nasceu tão belo, tão claro
Que o tempo aqui dentro passa num movimento de dança
E o corpo trabalha pra poder dizer o que a alma sem amarras canta
Em dias assim minha mente reprocessa todas as experiências
Então lembro e penso com delicadeza e amor nos amigos de sempre
Sentindo calmamente o ontem transformar-se no amanhã.
A sabedoria da maturidade me dá domínio sobre o agora
Uso esse espaço inexistente pra saudade e o reencontro
Hoje eu tenho, me dou, invento
Um tempo pra isso e aquilo
Um momento pra gente
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