As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Maria Adornecida

Abre-me os braços, Maria
Teus olhos de calmaria
Teu peito pra essa melodia
Que sempre renasce em meu coração

Guarda teus sonhos, Maria
Pra o dia que se anuncia
Tão logo essa noite fria
Se finda nas cores brandas da manhã

Tão linda, Maria
Do sorriso que baila
Do olhar que guarda a luz na poesia delicada
Que escorre pelas frestas do tempo

Eu acordo e sigo
Nos sonhos contigo
Encaramos a realidade
Com os sorrisos cheios de brilho
E os olhos adornecidos
De cristais de lágrimas, surgidos,
Da alma da gente
Quando há felicidade
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