As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Menina da lua cheia

Te encontrei na lua cheia
Cheia de amor pra dar
Cheia da falta de amor
Pronta pra se apaixonar

Te fitava a reluzir no céu,
Enfeitada de estrelas
Quando veio uma nuvem e te escondeu
E quando eu vi, lá ia eu
Em minha jangada aérea te encontrar

Eu aqui à míngua,
Em meio a tantos corações embrutecidos
E tu no firmamento, nascente, nova época de cantar
Quem não olha pro céu e sente saudade
Daquela que nos fez, nos faz sonhar?!
Parece que nossa história finda, menina
Mas, so pra poder recomeçar
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