As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

sábado, 30 de agosto de 2014

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Não quero apenas curtir o momento

Quero curtir e compartilhar o sentimento

Não quero a sensação de tempo perdido

Mais ou menos a sensação da pressa sem sentido

Quero o equilíbrio e sabedoria dos mestres

O domínio sobre o corpo físico

A intimidade do meu espírito

Com todos os nossos espíritos

Ancestrais

Quero poder ser outros. Porque não?

Mas, sem nunca deixar de ser eu mesmo

Em todas as minhas formas

Virtuais

Não quero apenas um livro de rostos

Quero imagens e vivências reais

Sejam de amor as cores guardadas

Ou mesmo da dor inevitável

"Das paradas"

Quero a vida como ela é, e como pode ser

Como ela foi... estamos aqui,

E estamos guardados e linkados

Conectados

Reconhecidas as faces

Não quero apenas a tecnologia

E poder lhe cutucar, lhe notificar meu carinho

Sem o desenvolver, a evolução do ser

Ou não ser, eis a questão,

Quero agora e sempre

Estar aqui, e por aí, pleno

Em corpo, espírito, instinto

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