As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Despido

Hoje seria um bom dia pra sair nu,
Nesse agradável calor e ventania
Nu de roupas, de idéias
Nu até de corpo
Para que a luz pudesse
Vestir minha alma
Em seu prisma refratado
De todos os tons
Arcoíricos
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