As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

sábado, 1 de novembro de 2014

Dramaturgia moderna

O tempo das coisas
Da vida,
Anda um tanto estranha, enfim,
A cronologia existe mais pra dizer que não.
O sorriso quase sempre acontece depois da alegria passada
Porém, assim,
A tristeza finda por desencontrar-se de si
Quando já não mais existe
E o dia renovou-se
Com outros sentidos
Sentimentos e percepções
Que tendem para a esperança
Em uma ingênua e necessária fé
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